Curso de
Medicina garantido para Jaraguá do Sul
O município do Vale do Itapocu foi o único do Estado
de Santa Catarina autorizado a implementar o curso de medicina.
Na manhã desta quinta-feira (04), em Brasília, na
sede do Ministério da Saúde, o prefeito de Jaraguá do Sul, Dieter Janssen,
recebeu a notícia de que Jaraguá do Sul está entre as 39 cidades do Brasil
autorizadas a ofertar curso de Medicina.
Os município escolhidos estão distribuídos por 11
estados, com 70 mil habitantes ou mais. São Paulo é o estado com mais
municípios selecionados, 14, seguido por Bahia com seis, Minas Gerais, Rio
Grande do Sul e Paraná, quatro cada. O Estado carioca vai receber dois e Espírito
Santo, Pará, Pernambuco, Rondônia e Santa Catarina, um cada.
O Ministro da Educação, Henrique Paim, lembrou que
“até pouco tempo atrás, os cursos de medicina eram demandados junto ao
Ministério da Educação a partir das instituições de ensino. Agora não. Primeiro
definimos as regiões que devem receber os cursos. Daí em diante, os municípios
devem fazer um esforço preparando a sua rede de saúde para que ela atenda a
questão da prática, que é fundamental na formação do médico”.
Em Jaraguá do Sul o curso poderá ser ofertado pela Católica de Santa Catarina em sua unidade no município. A autorização foi recebida com alegria pelas lideranças
de Jaraguá do Sul, única cidade catarinense contemplada com o curso.
O prefeito Dieter Janssen comentou que a autorização
do curso é uma conquista para toda a região. Vai auxiliar e muito na resolução
da falta de médicos em Jaraguá do Sul e cidades do Vale do Itapocu. Ele disse
ainda que a participação da Católica de Santa Catarina, da ACIJS, da comunidade
em geral e das lideranças políticas, que também se envolveram para que esta
objetivo fosse alcançado foi de grande importância. “Quando se trabalha em
conjunto, tudo tende a dar certo”, finalizou.
Pleiteando o curso desde 2012, a Católica de Jaraguá
do Sul aguardará agora, audiência pública, marcada para o dia 10, em Brasília,
e o lançamento do edital, pelo MEC, para que as instituições privadas sejam
convocadas e assim, fazer a inscrição para que a instituição cumpra as
exigências do Governo Federal, para poder estar apta a ofertar o ensino da
medicina.

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