BURRICE
Aprender com o erro dos outros é uma das formas mais inteligentes de evoluir — você ganha experiência “sem pagar o preço completo".
O Brasil, ao longo de
sua história recente, parece frequentemente inclinado a escolher caminhos que
já demonstraram fracasso em outras partes do mundo. Em vez de se inspirar em
nações que alcançaram prosperidade por meio de economias abertas, segurança
jurídica e incentivo à livre iniciativa, insiste em flertar com modelos que,
repetidas vezes, resultaram em estagnação, pobreza e perda de liberdades.
A experiência
internacional é clara. Países que adotaram sistemas fortemente centralizados,
baseados em princípios do comunismo, como Cuba e Venezuela, enfrentam hoje
crises econômicas profundas, escassez de produtos básicos e êxodo populacional.
Esses exemplos não são exceções — são consequências previsíveis de modelos que
concentram poder, enfraquecem o mercado e desestimulam a produção.
Por outro lado, nações
que optaram por caminhos diferentes, como Coreia do Sul e Alemanha, investiram
em liberdade econômica, educação, inovação e responsabilidade fiscal. O
resultado foi crescimento consistente, aumento da qualidade de vida e maior
estabilidade social.
O problema não está
apenas na escolha de um modelo econômico, mas na insistência em ignorar
evidências históricas. Ao repetir discursos que prometem igualdade sem base
produtiva, corre-se o risco de aprofundar desigualdades reais e limitar
oportunidades.
O Brasil não precisa
reinventar a roda. Os exemplos de sucesso estão disponíveis e são amplamente
documentados. A questão central é se o país terá maturidade para aprender com
os acertos dos outros — ou continuará insistindo em caminhos que já provaram
não levar ao desenvolvimento.
Posso afirmar que essa
é a vitória dos fracassados e ignorantes, numa espécie de vingança contra toda a sociedade.
seguir nesse caminho, seria apenas BURRICE ou seria TEIMOSIA e OBSESSÃO pelo Poder?
Albino Flores é Radialista e Jornalista aposentado.
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