24 de março de 2026

OPINIÃO

 

BURRICE

Aprender com o erro dos outros é uma das formas mais inteligentes de evoluir — você ganha experiência “sem pagar o preço completo".

O Brasil, ao longo de sua história recente, parece frequentemente inclinado a escolher caminhos que já demonstraram fracasso em outras partes do mundo. Em vez de se inspirar em nações que alcançaram prosperidade por meio de economias abertas, segurança jurídica e incentivo à livre iniciativa, insiste em flertar com modelos que, repetidas vezes, resultaram em estagnação, pobreza e perda de liberdades.

A experiência internacional é clara. Países que adotaram sistemas fortemente centralizados, baseados em princípios do comunismo, como Cuba e Venezuela, enfrentam hoje crises econômicas profundas, escassez de produtos básicos e êxodo populacional. Esses exemplos não são exceções — são consequências previsíveis de modelos que concentram poder, enfraquecem o mercado e desestimulam a produção.

Por outro lado, nações que optaram por caminhos diferentes, como Coreia do Sul e Alemanha, investiram em liberdade econômica, educação, inovação e responsabilidade fiscal. O resultado foi crescimento consistente, aumento da qualidade de vida e maior estabilidade social.

O problema não está apenas na escolha de um modelo econômico, mas na insistência em ignorar evidências históricas. Ao repetir discursos que prometem igualdade sem base produtiva, corre-se o risco de aprofundar desigualdades reais e limitar oportunidades.

O Brasil não precisa reinventar a roda. Os exemplos de sucesso estão disponíveis e são amplamente documentados. A questão central é se o país terá maturidade para aprender com os acertos dos outros — ou continuará insistindo em caminhos que já provaram não levar ao desenvolvimento.

Posso afirmar que essa é a vitória dos fracassados e ignorantes, numa espécie de  vingança contra toda a sociedade.

seguir nesse caminho, seria apenas BURRICE  ou seria TEIMOSIA e OBSESSÃO pelo Poder?

Albino Flores é Radialista e Jornalista aposentado.

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