FORA DOS TRILHOS
Tão importante quanto ganhar a eleição, é governar.
Jair bolsonaro foi impedido de governar por uma oposição que fez uso até de ativismo judicial. Mesmo assim entrou para a história como um dos melhores governos que esse pais já teve.
O PT na oposição age com truculência e faz de tudo para atrapalhar.
O professor Olavo de Carvalho alertou o governo Bolsonaro sobre a necessidade de criar condições de governabilidade, para isso bastava colocar na ilegalidade os partidos de esquerda, entre eles o PT, que receberam dinheiro do petróleo e do narcotráfico venezuelano, o que é crime eleitoral.
Olavo dizia: "Prenda um comunista pel eo crime que ele cometeu, senão ele vai prender vc por um crime que vc não cometeu."
"O PT quando perde a eleição, tenta destruir o pais, quando ganha, consegue."
A promessa da esquerda sempre foi sedutora: reduzir desigualdades, garantir
bem-estar social e promover crescimento mais “justo”. No entanto, na prática,
os resultados frequentemente ficaram muito aquém do discurso.
Um dos principais problemas desse modelo está na
crença de que o Estado consegue alocar recursos de forma mais eficiente do que
o próprio mercado. Na teoria, isso parece razoável. Na prática, porém, governos
sofrem com burocracia, interesses políticos e baixa eficiência. O resultado
costuma ser desperdício, má gestão e corrupção — fatores que drenam recursos
que deveriam beneficiar a população.
Outro ponto crítico é o aumento contínuo dos gastos
públicos sem a devida responsabilidade fiscal. Políticas econômicas de esquerda
frequentemente priorizam o curto prazo, com expansão de benefícios sociais e
subsídios, mas ignoram o impacto no longo prazo. Isso leva ao aumento da dívida
pública, inflação e perda de confiança na economia. Quando a conta chega, quem
paga é justamente a população mais pobre, por meio da desvalorização da moeda e
da queda do poder de compra.
Além disso, o excesso de regulação e controle
estatal tende a sufocar o setor produtivo. Empresas enfrentam dificuldades para
investir, inovar e crescer diante de regras complexas, alta carga tributária e
insegurança jurídica. Com isso, há menos geração de empregos e menor dinamismo
econômico — exatamente o oposto do que se pretende.
Outro problema recorrente é a dependência crescente
da população em relação ao Estado. Em vez de estimular autonomia, produtividade
e empreendedorismo, muitos modelos de esquerda acabam incentivando uma cultura
de dependência, onde o governo se torna o principal provedor. Isso não apenas
limita o potencial econômico como também fragiliza a sociedade no longo prazo.
É importante destacar que a crítica não está na
intenção de reduzir desigualdades — um objetivo legítimo e necessário —, mas
nos meios escolhidos. Quando políticas públicas ignoram princípios básicos de
economia, como equilíbrio fiscal, incentivos corretos e eficiência, os
resultados tendem a ser negativos, independentemente das boas intenções.
A experiência mostra que crescimento sustentável
depende de um ambiente favorável ao investimento, regras claras,
responsabilidade fiscal e incentivo à produtividade. Ignorar esses pilares em
nome de ideologias pode custar caro.
Em resumo, o modelo econômico frequentemente
defendido pela esquerda falha não por falta de intenção, mas por excesso de
confiança no Estado e subestimação das complexidades da economia real. E, no
fim, como tantas vezes já se viu, a conta não desaparece — apenas muda de
lugar.
Mas do ponto de vista de futuro, da responsabilidade com as novas geracões, mudar o rumo, mais do que uma necessidade, e uma questão de sobrevivência. Ja temos a maior carga tributaria do mundo e o governo continua pisando no acelerador, gastando mais do que arrecada, conduzindo o pais como se fosse um trem descarrilhado.
Albino Flores é Radialista e Jornalista aposentdo.

































